quinta-feira, 16 de junho de 2011

Breaking News

Anthony Weiner demitiu-se após enviar fotos ousadas para o twitter    

     Anthony Winer, representante do estado de Nova Iorque mentiu ao dizer que a sua conta do Twitter teria sido pirateada depois de terem encontrado fotos suas em poses ousadas, mais tarde, após vários representantes democratas e republicanos apelarem a sua demissão, admitiu que a sua intenção seria enviar a sua foto em slips para uma mulher, e que por erro teria sido enviada para todos os seus contactos do Twitter.
     Telefonou na noite de quarta-feira a Nancy Pelosi, líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, anunciando a sua demissão.


Por: Ana Rute Monteiro
Fontes:




Adolescente violada ainda não recuperou do pesadelo por que passou


     Foi à 8 meses que Joana (nome ficticio) de 15 anos foi vitima de violação seguida de tentativa de homicidio. Passado este tempo Joana ainda não recuperou do pesadelo que viveu.

     Ricardo Manuel, de 23 anos está acusado por crimes de violação e tentativa de homicidio.
Foi numa mata em Vila Nova de Gaia que este sujeito executou este atentado à vida da vitima, tentando por duas vezes, depois de executar a violação, o asfixiamento desta.
     Depois de ter estado ás portas da morte, Joana padeceu de uma doença que impedia que o sangue chegasse ao cerebro, hoje em dia não consegue ainda movimentar-se a 100% e ainda é acompanhada por médicos.
     Ricardo Manuel confessou quase todos os crimes de que fora acusado inclusivamente que tinha roubado também 2,5 € à vitima, o telémovel e um leitor de Mp4. A irmã e companheira deste, informaram em tribunal que no dia do sucedido, o agressor teria chegado a casa com as roupas ensaguentadas e com a cara arranhada.
     O julgamento prossegue a 12 de Julho.



Por: Ana Rute Monteiro
ENDEREÇOS PARA OUTRAS REDES SOCIAIS:


 
 


O novo acordo da ortografia (Reportagem total)

Ao falar sobre o novo acordo ortográfico implica saber que em termos históricos já se fizeram muitas tentativas de unificação da ortografia da língua portuguesa. A primeira data 1911, depois existiram várias tentativas, a mais importante em 1990 que está por detrás de todo o celeuma levantado actualmente sobre esta questão.




O novo acordo ortografico entrou em vigor em Janeiro de 2009 em Portugal, mas até 2015 decorre um período de transição, durante o qual se pode ainda utilizar a grafia actual.








O que muda com o novo acordo ortográfico?


O alfabeto passará de 23 para 26 letras, será incluído o K, o W e o Y.



O uso de maiúsculas e minúsculas obedece a novas regras:


Os meses do ano e os pontos cardeais deverão ser escritos em minúsculas (ex: janeiro, fevereiro e norte e sul...).


Pode-se usar maiúsculas ou minusculas em titulos de livros, no entanto a primeira palavra será sempre maiúscula (ex: As Palavras Que Nunca Te Direi ou As palavras que nunca te direi).


Também se pode utilizar grafia dupla em expressões de tratamento (ex: Exmo. Sr. ou exmo. sr.) em sitios públicos e edificios (Praça da República ou praça da república) e em nomes de disciplinas ou campos do saber (Matemática ou matemática).



A suprecção de consoantes que não se pronunciam quando ditas as palavras, será levar ao desaparecimento das mesmas, ou seja:


- CC - ex: transacionado, lecionar. Mantém-se em friccionar, perfeccionismo, por se articular a consoante.


- CÇ - ex: reação, ação, ereção. Mantém-se em facto, bactérias, octogonal.


- CT - ex: atual, projeto, teto, ato. Mantém-se em facto, bactéria, octogonal.


- PC - ex: percecionar, anticoncecional. Mantém-se em núpcias, opcional.


- PÇ - ex: adoção, conceção. Mantém-se em corrupção, opcão.


- PT - ex: Egito, batismo. Mantém-se em inapto, eucalipto.


Passam também a ser suprimidos alguns acentos gráficos em palavras graves nas palavras: crêem, vêem, lêem que passam a creem, veem e leem; pára, pêra, pêlo, pólo passam a para, pera, pelo e polo.


As palavras acentuadas no ditongo oi e ei passam a ser escritas sem acento, ex: estoico, paleozoico, asteroide e boleia, plateia e ideia.


Supressão do acento circunflexo em abençoo, voo, enjoo.



O uso do hífen




O uso do hífen vai ser suprimido em palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o sufixo começa em r ou s, dobrando essa consoante, ex: cosseno, ultrassons, ultrarrápido.


O prefixo termina em vogal diferente da inicial do sufixo, ex: extraescolar, autoestrada, intraósseo.

O hífen emprega-se em palavras compostas onde a última vogal do prefixo coincide com a inicial do sufixo, excepto o prefixo CO- que se aglutina ao sufixo iniciado por O: contra-almirante, micro-organismo, coobrigação.


Palavras que se designam espécias da Biologia ou Zoologia: águia-real, couve-flor,cobra-capelo.


Dupla grafia em algumas palavras


Está prevista no novo acordo ortográfico por existirem diferenças na pronúncia de país para país, assim temos:


Característica – caraterística


Intersecção – interseção


Infeccioso – infecioso


Facto – fato


Olfacto – olfato


Concepção – conceção


Súbdito – súdito


Amnistia – anistia


Amígdala – amidala


Subtil – sútil


Académico – académico


Ingénuo – ingénuo


Sénior – sénior


Cómico – cómico


Vómito – vômito


Fémur – fêmur


Abdómen – abdómen


Bónus – bónus


Bebé – bebê


Judo – judo


Metro – etro


Andámos – andamos





Argumentos a favor do acordo ortográfico


- aproximação da oralidade à escrita


- simplicidade de ensino e aprendizagem


- unificação de todos os países de língua oficial portuguesa


- fortalecimento da cooperação educacional dos países da CPLP


- evolução da língua portuguesa


- pequena quantidade de vocábulos alterados (1,6% em Portugal e 0,45% no Brasil)


Argumentos contra o acordo ortográfico


- evolução não natural da língua


- tentar resolver um “não-problema”, uma vez que as variantes escritas da língua são perfeitamente compreensíveis por todos os leitores de todos os países da CPLP


- desrespeito pela etimologia das palavras


- a não correspondência da escrita à oralidade. Por exemplo, existem consoantes cuja função é abrir vogais, mas que o novo acordo considera mudas nomeadamente em tecto, passando a escrever-se teto, dever-se-ia ler como teto (de seio)?


- processo dispendioso (revisão e nova publicação de todas as obras escritas, os materiais didáticos e dicionários tornar-se-ão obsoletos, reaprendizagem por parte de um grande número de pessoas, inclusivé crianças que estão agora a dar os primeiros passos na escrita)


- o facto de não haver acordo, facilita o dinamismo da língua, permitindo cada país divergir e evoluir naturalmente, pelas próprias pressões evolutivas dos diferentes contextos geo-sócio-culturais como no caso do Inglês ou do Castelhano


- afecto com a grafia actual


- falta de consulta de linguistas e estudo do impacto das alterações.



Opiniões e noticias sobre o novo acordo ortográfico.

 












A questão ortográfica da língua portuguesa arrasta-se há quase meio século. Em 1911, com o advento da República, Portugal promoveu uma grande reforma ortográfica da língua. Infelizmente, fê-lo à revelia do Brasil, que era então o outro grande país de língua portuguesa. Implantar uma reforma ortográfica constitui um acto de soberania que não pode ser imposto a outro país. Mas era o que Portugal pretendia, ou seja, que o Brasil adoptasse a ortografia portuguesa de 1911, o que não aconteceu. O pecado original dessa "guerra" ortográfica reside no facto de aquela reforma não ter sido previamente acordada com o Brasil, como o exigia a defesa e promoção da língua portuguesa no mundo.
Outra crítica que advém de certos intelectuais portugueses mais conservadores põe em causa a necessidade sequer de qualquer acordo ortográfico. Sustentam que a língua há-de evoluir nos diferentes países lusófonos e dar origem a outras línguas.


http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/01/485256-novo+acordo+ortografico+ainda+divide+opinioes.html


Muitas são as pessoas que desacordam completamente do acordo ortográfico.
Manifestações e palavras de desagrado já foram lançadas.
Para grande parte da população este acordo não tem porquê de existir, e não faz sentido, como exemplos destes manifestos temos sites como http://www.jrdias.com/jrd-acordo-nao.htm ; http://www.ipetitions.com/petition/manifestolinguaportuguesa/ ; http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=998907 ;




Fontes: 
Youtube.com
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/01/485256-novo+acordo+ortografico+ainda+divide+opinioes.html



Por: Ana Rute Almeida Ribeiro Dias Monteiro
2º ano de Comunicação Social
Escola Superior de Educação de Coimbra

Criticas ao novo acordo ortográfico

A questão ortográfica da língua portuguesa arrasta-se há quase meio século. Em 1911, com o advento da República, Portugal promoveu uma grande reforma ortográfica da língua. Infelizmente, fê-lo à revelia do Brasil, que era então o outro grande país de língua portuguesa. Implantar uma reforma ortográfica constitui um acto de soberania que não pode ser imposto a outro país. Mas era o que Portugal pretendia, ou seja, que o Brasil adoptasse a ortografia portuguesa de 1911, o que não aconteceu. O pecado original dessa "guerra" ortográfica reside no facto de aquela reforma não ter sido previamente acordada com o Brasil, como o exigia a defesa e promoção da língua portuguesa no mundo.

Outra crítica que advém de certos intelectuais portugueses mais conservadores põe em causa a necessidade sequer de qualquer acordo ortográfico. Sustentam que a língua há-de evoluir nos diferentes países lusófonos e dar origem a outras línguas.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/01/485256-novo+acordo+ortografico+ainda+divide+opinioes.html


Muitas são as pessoas que desacordam completamente do acordo ortográfico.
Manifestações e palavras de desagrado já foram lançadas.
Para grande parte da população este acordo não tem porquê de existir, e não faz sentido, como exemplos destes manifestos temos sites como http://www.jrdias.com/jrd-acordo-nao.htm ; http://www.ipetitions.com/petition/manifestolinguaportuguesa/ ;
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=998907 ;

O novo acordo ortográfico

Opiniões e noticias sobre o novo acordo ortográfico.



O novo acordo da ortografia

Ao falar sobre o novo acordo ortográfico implica saber que em termos históricos já se fizeram muitas tentativas de unificação da ortografia da língua portuguesa. A primeira data 1911, depois existiram várias tentativas, a mais importante em 1990 que está por detrás de todo o celeuma levantado actualmente sobre esta questão.

O novo acordo ortografico entrou em vigor  em Janeiro de 2009 em Portugal, mas até 2015 decorre um período de transição, durante o qual se pode ainda utilizar a grafia actual.

O que muda com o novo acordo ortográfico?
O alfabeto passará de 23 para 26 letras, será incluído o K, o W e o Y.

O uso de maiúsculas e minúsculas obedece a novas regras:
Os meses do ano e os pontos cardeais deverão ser escritos em minúsculas (ex: janeiro, fevereiro e norte e sul...).
Pode-se usar maiúsculas ou minusculas em titulos de livros, no entanto a primeira palavra será sempre maiúscula (ex: As Palavras Que Nunca Te Direi ou As palavras que nunca te direi).
Também se pode utilizar grafia dupla em expressões de tratamento (ex: Exmo. Sr. ou exmo. sr.) em sitios públicos e edificios (Praça da República ou praça da república) e em nomes de disciplinas ou campos do saber (Matemática ou matemática)

A suprecção de consoantes que não se pronunciam quando ditas as palavras, será levar ao desaparecimento das mesmas, ou seja:
- CC - ex: transacionado, lecionar. Mantém-se em friccionar, perfeccionismo, por se articular a consoante.
- CÇ - ex: reação, ação, ereção. Mantém-se em facto, bactérias, octogonal.
- CT - ex: atual, projeto, teto, ato. Mantém-se em facto, bactéria, octogonal.
- PC - ex: percecionar, anticoncecional. Mantém-se em núpcias, opcional.
- PÇ - ex: adoção, conceção. Mantém-se em corrupção, opcão.
- PT - ex: Egito, batismo. Mantém-se em inapto, eucalipto.

Passam tambem a ser suprimmidos alguns acentos gráficos em palavras graves nas palavras: crêem, vêem, lêem que passam a creem, veem e leem; pára, pêra, pêlo, pólo passam a para, pera, pelo e polo.
As palavras acentuadas no ditongo oi e ei passam a ser escritas sem acento, ex: estoico, paleozoico, asteroide e boleia, plateia e ideia.
Supressão do acento circunflexo em abençoo, voo, enjoo.

O uso do hífen

O uso do hífen vai ser suprimido em palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o sufixo começa em r ou  s, dobrando essa consoante, ex: cosseno, ultrassons, ultrarrápido.
O prefixo termina em vogal diferente da inicial do sufixo, ex: extraescolar, autoestrada, intraósseo.

O hífen emprega-se em palavras compostas onde a última vogal do prefixo coincide com a inicial do sufixo, excepto o prefixo CO- que se aglutina ao sufixo iniciado por O: contra-almirante, micro-organismo, coobrigação.
Palavras que se designam espécias da Biologia ou Zoologia: águia-real, couve-flor,cobra-capelo.
Dupla grafia em algumas palavras
Está prevista no novo acordo ortográfico por existirem diferenças na pronúncia de país para país, assim temos:
Característica – caraterística
Intersecção – interseção
Infeccioso – infecioso
Facto – fato
Olfacto – olfato
Concepção – conceção
Súbdito – súdito
Amnistia – anistia
Amígdala – amidala
Subtil – sútil
Académico – académico
Ingénuo – ingénuo
Sénior – sénior
Cómico – cómico
Vómito – vômito
Fémur – fêmur
Abdómen – abdómen
Bónus – bónus
Bebé – bebê
Judo – judo
Metro – etro
Andámos – andamos






Fonte: