quinta-feira, 16 de junho de 2011

Criticas ao novo acordo ortográfico

A questão ortográfica da língua portuguesa arrasta-se há quase meio século. Em 1911, com o advento da República, Portugal promoveu uma grande reforma ortográfica da língua. Infelizmente, fê-lo à revelia do Brasil, que era então o outro grande país de língua portuguesa. Implantar uma reforma ortográfica constitui um acto de soberania que não pode ser imposto a outro país. Mas era o que Portugal pretendia, ou seja, que o Brasil adoptasse a ortografia portuguesa de 1911, o que não aconteceu. O pecado original dessa "guerra" ortográfica reside no facto de aquela reforma não ter sido previamente acordada com o Brasil, como o exigia a defesa e promoção da língua portuguesa no mundo.

Outra crítica que advém de certos intelectuais portugueses mais conservadores põe em causa a necessidade sequer de qualquer acordo ortográfico. Sustentam que a língua há-de evoluir nos diferentes países lusófonos e dar origem a outras línguas.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/01/485256-novo+acordo+ortografico+ainda+divide+opinioes.html


Muitas são as pessoas que desacordam completamente do acordo ortográfico.
Manifestações e palavras de desagrado já foram lançadas.
Para grande parte da população este acordo não tem porquê de existir, e não faz sentido, como exemplos destes manifestos temos sites como http://www.jrdias.com/jrd-acordo-nao.htm ; http://www.ipetitions.com/petition/manifestolinguaportuguesa/ ;
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=998907 ;

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